I Love America

Jan 14

Quer queiramos quer não as eleições Americanas mexem com o mundo e com os interessados na politica. No meu caso o que me fascina nestas eleições são as estratégias de comunicação e marketing, os jogos de bastidores, o modo de chegar com mais eficácia ao eleitor, entre outros.

Destaco hoje uma noticia que dá conta da campanha de Mitt Romney, o homem que tem pulverizado as primárias e cujo principal trunfo era o de ser um excelente gestor, de uma empresa que criou milhares de postos de trabalho. Um documentário veio no entanto colocar a nú algumas das «inverdades» de Romney obrigando agora o Norte-Americano a re-definir a sua estratégia e a preparar uma eficaz resposta.

Já agora recomendo o blog do Público para acompanhar as eleições Americanas…

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A Coerência e a Politica

Dez 19

Falar de coerência e de política no mesmo texto, são duas palavras que nem os mais brilhantes filósofos conseguiram conjugar correctamente na mesma coluna. Isto para explicar que muito menos eu consigo fazer uma correcta associação entre a coerência e a politica e aquilo que é ser coerente no mundo politico.

Ser coerente na politica é para mim defender não só a ideologia partidária, mas sim também causas e projectos. Principalmente na politica a nível autárquico, os projectos são os principais guias de um partido a nível local e devem ser os principais guias dos intervenientes políticos locais. Não digo com isto mudar do partido A para o B e do B para o C, mensalmente, digo com isto, fazer uma escolha baseada naquilo que é uma linha de intervenção politica e fazer esse caminho, trabalhando em prol desse projecto, dando a cara pelo mesmo, contribuindo para a vida dos cidadãos locais e do próprio municipio.

Recentemente fiz uma nova escolha, escolhi um novo projecto e um novo rumo. Fui, sou e serei certamente acusado de incoerência. Aceito. Mas não concordo. Sou coerente comigo e com aquilo que defendo. Sei que a minha carreira politica não será certamente muito mais longa fruta daquilo que quero seguir profissionalmente, mas enquanto me envolver na vida civica da minha cidade quero defender aquilo que acredito ser o melhor e que poderá trazer mais beneficios não só à minha geração, mas também às próximas.

Muito obrigado aqueles que me continuam a ver como uma pessoa séria e integra.

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Se isto Não é Solução, Então Qual Será?

Out 18

Sempre fui um defensor das edições digitais pagas dos jornais. Exemplos como têm sido o do Público são para mim a solução do jornalismo no futuro a médio/longo-prazo, embora essa não pareça ser a opinião da maioria dos entendidos no tema. Eu defendo que o conteúdo deve ser pago, os jornalistas e os jornais não trabalham e produzem de borla, e embora conteúdo gratuito exista em grande demasia na web, as pessoas têm de saber que conteúdo de qualidade merece ser pago.

Casos como o The New York Times também não deram certo e muito sinceramente acabo por ficar sem argumentos e sem razões para continuar a querer apostar num projecto baseado em conteúdo pago na web. Há um mês atrás saíram os primeiros números no que toca a assinaturas digitais dos jornais e revistas Portuguesas. Os números são francamente reveladores do fracasso que tem tido este sistema em Portugal.

Os números são então os seguintes:

2190 – Expresso
1032 – jornal I
860 – Visão
834 – Público
87 – Diário de Notícias
80 – Diário Económico
65 – Jornal de Notícias
43 – O Jogo
37 – Record
24 – Jornal de Negócios

(Ler mais: http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=6843#ixzz1bAu2PaaT)

Estes números revelam que apenas uma muito curta percentagem da população que lê jornais aposta na compra/assinatura de jornais através da web, havendo casos muito irrisórios mesmo como o do Record ou do Jornal de Negócios. Mesmo o Público que têm feito uma forte aposta neste segmente tem números muito pequenos para aquilo que tem sido a sua insistência neste modelo de negócio.

Se o conteúdo pago na web não é então um modelo de negócio viável e que garanta o futuro dos jornais, qual será então o modelo que poderá ser aplicado para que a longo prazo os jornais se mantenham vivos, rentáveis e que continue a haver jornalismo em Portugal que se consiga auto-sustentar e ser interessante para futuros investidores? Fica a pergunta, para uma difícil resposta.

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Para Mim, o Ténis é…

Out 04

uma vida. Uma carreira profissional que se abriu, uma oportunidade que me foi dada de provar aquilo que valho. O ténis representa para mim um momento de descontracção, contentamento, amizade e companheirismo. O ténis possibilitou-me vários momentos que nunca esquecerei, tornou-me jornalista, tornou-me melhor pessoa, tornou-me alguém que gosta de criar, empreender. O ténis fez com que conhecesse mais pessoas, melhores pessoas, de todos os tipos, jovens, adultos, simpáticos e antipáticos. O ténis abriu-me caminho a coisas que só quem viveu reconhece a sua importância. O ténis representa para mim momentos como Grand Champions, Estoril Open, treino, suor, lágrimas, jogos, pontos e sets; o ténis representa longas viagens de carrinha, paragens no McDonalds, conversas, estratégias, desabafos, sorrisos e risos (muitos), zangas e amizades; o ténis representa para mim o prof. José Rodrigues, o prof. António Féria, o Diogo Narciso, o Sr.Paulo Marques (o meu 3ºpai a seguir ao verdadeiro e ao meu avô), o Ricardo Subtil e muitas outras pessoas, desde treinadores a atletas, pais e presidentes, dirigentes e simples adeptos, todos eles são o ténis, todos eles contribuíram para aquilo que é o ténis e para aquilo que é o meu ténis.

Mas também não é qualquer ténis que é assim, o melhor ténis, o ténis que merece ser vivido por dentro, que merece ser sentido e respeitado,

é o Ténis em Almeirim!

Obrigado

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Biografias Expresso – JFK

Jul 23

Terminei de ler à alguns dias atrás a biografia de John Fitzgeral Kennedy que foi publicado com o jornal Expresso, com o prefácio de Francisco Pinto Balsemão e com autoria de Alan Posener. Como é apanágio nas biografias, se a vida do biografado é interessante, então a biografia também o será factor que se confirmou neste caso específico.

Ao longo das 154 páginas, atenção que é edição de bolso, podemos saber tudo sobre a vida de um dos mais famosos presidentes dos Estados Unidos em termos de popularidade, talvez apenas atrás de Obama será? Desde o seu nascimento até à sua morte, nesta biografia ficamos não só a conhecer a sua vida política mas também a sua vida pessoal.

Nesta biografia podemos acompanhar o «crescimento» de JFK na vida politica, conduzida com sabedoria e muito ponderada o que prova que o Americano estaria a preparar desde há vários anos o seu «assalto» aos mais altos cargos políticos dos Estados Unidos da América.

Resumindo, esta foi uma boa iniciativa do jornal Expresso, onde para além de Kennedy promoveu também o lançamento de biografias de Nelson Mandela, Freud, Einstein, Fernando Pessoa, entre outros e onde num pequeno livro podemos ter acesso à vida de personalidades que marcaram o país e o mundo.

 

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Pós-Exames e Universidade

Jul 18

Apesar de ainda ter mais um ano de Ensino Secundário pela frente, a maioria dos meus amigos terminaram agora esta fase da sua vida. Uns com melhores e outros com piores notas e outros ainda com a decisiva 2ªfase pela frente, a grande maioria deles merece boas notas e um lugar na universidade que pretendem para que possa começar agora aquela fase que muitos dizem ser a melhor das suas vidas.

A fase dos exames é sempre a fase mais atarefada de um estudante. São dias intermináveis de estudo de manhã à noite para que num dia tudo se venha a decidir. Infelizmente, alguns deles perdem no dia dos exames as suas esperanças e outros até, são obrigados a adiar o seu sonho de ir para a universidade.

Aos estudantes que vão à 2ªfase dos exames desejo a melhor das sortes, e aos que se irão candidatar ao Ensino Superior igualmente, apesar de ver muitos amigos irem embora, no entanto, para o ano lá nos reencontraremos.

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Estes Políticos Devem Estar Loucos

Jul 08

Terminei há alguns dias de ler o livro «Estes Politicos Devem Estar Loucos» de Catarina Madeira e Márcia Galrão, editado pela Esfera dos Livros. Considero-o um livro essencial na relação entre cada cidadão e os políticos, porque nos faz ver que a Assembleia da Republica não são apenas tricas politicas e os momentos irritados que vemos na Sala do Plenário, mas também momentos de descontracção, de amizade entre deputados de diferentes áreas.

Ao longo das 270 páginas do livro podemos ler as mais rocambolescas histórias que se passaram no Palácio de São Bento, desde os tempos da 1ªRépublica até aos dias de José Sócrates. Entre as várias histórias destaco as cenas de pugilato no plenário (p.21), o «olhe, vá à merda» (p.26), «não se excite senhor deputado, não se excite» (p.54), o discurso de 8h55m (p.58), o orçamento Campelo, o espalhanço da ministra, «a sua mãe é a Filomena), entre muitos outros, numa obra que vale sem dúvida nenhuma ler.

De referir ainda que Mota Amaral, Ex-Presidente da Assembleia da Republica é o responsável pelo Prefácio do livro. Poderá adquirir este livro na FNAC ou na Bertrand por 14,40 euros.

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