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	<title>Jovem Jornalista</title>
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		<title>Hemingway e o Seu Génio</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 14:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Adeus às Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Ernest Hemingway]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio Nobel]]></category>

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		<description><![CDATA[Woody Allen e o seu filme «Meia Noite em Paris» incentivaram-me a ler um dos grandes autores da história da literatura: Ernest Hemingway. O boémio jornalista Americano, voluntário na II Guerra Mundial e escritor, marcou de uma forma muito característica a literatura mundial. Hemingway ganhou um Prémio Pulitzer e um Prémio Nobel, não havendo assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/Ernest-Hemingway.jpg"><img class="size-medium wp-image-515 aligncenter" title="Ernest Hemingway" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/Ernest-Hemingway-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Woody Allen e o seu filme «Meia Noite em Paris» incentivaram-me a ler um dos grandes autores da história da literatura: Ernest Hemingway. O boémio jornalista Americano, voluntário na II Guerra Mundial e escritor, marcou de uma forma muito característica a literatura mundial. Hemingway ganhou um Prémio Pulitzer e um Prémio Nobel, não havendo assim melhor maneira de mostrar o seu currículo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por recomendação de um familiar li então «Adeus às Armas», escrito em 1929 e com um forte carácter auto-biográfico. Adeus às Armas foi uma obra baseada na sua experiência na II Guerra Mundial, onde acabou por se apaixonar por uma enfermeira, contando assim a sua relação amorosa. Num romantismo que faz falta aos dias de hoje, Hemingway constrói assim uma trama com frases simples, de fácil entendimento, que nos prende à estória e que nos surpreende no final. Genial!</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo trabalhado como jornalista na Guerra Civil Espanhola, como condutor de ambulâncias na II Guerra Mundial e depois como simples boémio após a Guerra, Hemingway adoptou assim um estilo de escrita simples e directo que agrada aos mais e aos menos intelectuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ernest Hemingway é assim um escritor que mesmo tendo optado em certas obras por uma via de romance, de amores e desamores, acaba por conseguir manter a sua qualidade como escritor. Gertrude Stein, crítica literária é uma das suas maiores influências e alguém que Hemingway respeita acima de todos os outros, e acaba mesmo por ser Gertrude Stein o garante da qualidade das suas obras literárias. Tal como o próprio Hemingway refere, existe um Ernest antes e um Ernest depois de Stein.</p>
<p style="text-align: justify;">The Old Man and the Sea foi o livro que o consagrou como Prémio Nobel da Literatura em 1954, e que conta a história de um pescador que luta contra um peixe gigante em alto mar, representando a luta entre o homem e a natureza. Hemingway teve um fim trágico, em 1961, quando se suicidou com a mesma arma com que o seu pai o fez anos antes, arma essa enviada pela mãe de Ernest.</p>
<p style="text-align: justify;">Próximo livro a ler: The Sun Algo Rises</p>
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		<title>Criar!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 20:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckenberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer é melhor do que perfeito &#8211; Mark Zuckenberg O meu texto de hoje incide sobre a premissa introdutória de um dos grandes empreendedores da actualidade, e de alguém, que independentemente de tudo deve ser admirado tanto por jovens como pelos mais velhos. Numa nota inicial, Zuckenberg foi o criador do Facebook, sendo eleito em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fazer é melhor do que perfeito &#8211; Mark Zuckenberg</strong></p>
</blockquote>
<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/Mark-Zuckerberg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-493 aligncenter" title="Mark-Zuckerberg-1" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/Mark-Zuckerberg-1-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O meu texto de hoje incide sobre a premissa introdutória de um dos grandes empreendedores da actualidade, e de alguém, que independentemente de tudo deve ser admirado tanto por jovens como pelos mais velhos. Numa nota inicial, Zuckenberg foi o criador do Facebook, sendo eleito em 2011 como a personalidade do ano da revista Time e como a 36ªpessoa mais rica do mundo. Mark Zuckenberg foi um jovem que criou aquela que é hoje a maior rede social do mundo, ou noutra linguagem, uma empresa que vale largos milhares de milhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">Como empreendedor que é Zuckenberg tem uma filosofia de vida que eu partilho em grande maioria e que julgo ser a mais correcta nos tempos que correm. Em primeiro lugar, todos sabemos que hoje em dia é necessário Criar!, criar o nosso emprego, criar as nossas oportunidades, criar a nossa vida, os nossos filhos. Tudo está nas nossas mãos e tudo depende de nós, apesar de obviamente haver factores externos que influenciam aquilo que fazemos ou que pretendemos fazer. No entanto, a filosofia que hoje devemos adoptar é a da inovação, a de não ter medo de arriscar, a de perder 10 euros para ganhar 20 ou 30!</p>
<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/ideia-criar-negocio-lucrativo.jpg"><img class=" wp-image-492 alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="ideia-criar-negocio-lucrativo" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/03/ideia-criar-negocio-lucrativo-300x225.jpg" alt="" width="210" height="158" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Zuckenberg afirma que «Fazer é melhor do que o perfeito». Ou seja, mais vale muitas coisas feitas, muita obra construída, muito projecto de pé, do que algo perfeito. O perfeito é utópico, nós vamos aperfeiçoando os nossos projectos e as nossas criações, não criamos algo perfeito desde a sua génese, e é por isso que mais valem dez projectos de pé, do que um, é por isso que mais vale apostar em tudo o que sabemos do que apostar-mos numa só área. Hoje em dia o segredo está em saber fazer de tudo um pouco, saber ser versátil, adaptar-nos; o perfeito, vamos procurando e vamos caminhando!</p>
<p style="text-align: justify;">Já Tomas Edison, outro grande visionário e criador do passado disse «Eu não falhei. Apenas encontrei 10 mil maneiras que não funcionam». A verdade é que ao falhar não estamos a deitar nada fora, estamos a ganhar conhecimento, know-how, amigos, algo que fica connosco e que nos acompanha para sempre e que pode ser aplicado em diversos aspectos e factores da nossa vida, quer pessoal, quer profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos ter medo do falhanço, medo do erro, não podemos ter de vergonha, temos de ser destemidos. Temos de batalhar por nós e pelo nosso futuro!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Geração Lixada</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 21:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Lixada]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha geração, apelidada de geração à rasca ou à rasquinha, como muito gostam de lhe chamar, é na verdade uma geração lixada. É uma geração onde apesar de podermos falar livremente na rua ou nas redes sociais, onde apesar de podermos prosseguir os nossos estudos de forma (hipoteticamente) gratuita, onde não temos de trabalhar enquanto somos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/02/Geração-à-rasca.jpg"><img class="size-medium wp-image-480 alignleft" title="Geração à Rasca" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/02/Geração-à-rasca-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A minha geração, apelidada de geração à rasca ou à rasquinha, como muito gostam de lhe chamar, é na verdade uma geração lixada. É uma geração onde apesar de podermos falar livremente na rua ou nas redes sociais, onde apesar de podermos prosseguir os nossos estudos de forma (hipoteticamente) gratuita, onde não temos de trabalhar enquanto somos crianças, é no entanto uma geração que todos os dias é posta à prova.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma geração que todos os dias se vê enfrentada com novas dificuldades, dificuldades pelas quais não pode batalhar, não pode lutar para alterar o rumo, não pode fazer nada para além de se submeter e de se adaptar. Esta é uma geração que ouve falar da crise praticamente desde que nasceu, é uma geração que vê uma taxa de desemprego jovem atingir os 35%, é uma geração que vê um ensino  superior cada vez mais elitista, onde as familias de classe média têm de se endividar para pagar as propinas, é uma geração que vê os pais a perderem o emprego, a não conseguirem emprego, é uma geração sem moral, sem confiança para lutar e para construir um melhor futuro.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-481 aligncenter" title="i-believe" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/02/i-believe-300x88.jpg" alt="" width="300" height="88" /></p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade em que nos integramos é também uma sociedade preocupante, uma sociedade que olha cada vez mais para os números e menos para as pessoas. Onde todos os dias jovens são insultados e mal tratados, seja na escola, na rua ou na internet, onde todos os dias jovens vêem as suas famílias destruturadas, onde por cada 100 casamentos, 65 acabam em divórcio. É uma geração sem confiança, sem credibilidade, uma geração empurrada para um precipício a que tenta escapar todos os dias&#8230;</p>
<p><img class=" wp-image-482 alignright" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="yes-we-can" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/02/yes-we-can-300x279.jpg" alt="" width="180" height="167" /></p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, eu sou desta geração, e orgulho-me! Orgulho-me de ter um espírito empreendedor, de sonhar, de ter a capacidade de criar o que quero, de saber criar defesas contra a sociedade que todos os dias nos põe à prova. Não sou da geração que começou a trabalhar aos 10 anos, mas sou daquela que não consegue trabalhar antes dos 30, não sou da geração que não pode dizer o que pensa, mas sou daquela que se diz o que pensa se prejudica a si próprio. Sou da geração dos jovens que sonham, dos jovens que acreditam no seu futuro, dos jovens que acreditam num melhor amanhã..e tu, também pertences a esta geração?</p>
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		<title>I Love America</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 03:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições EUA 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer queiramos quer não as eleições Americanas mexem com o mundo e com os interessados na politica. No meu caso o que me fascina nestas eleições são as estratégias de comunicação e marketing, os jogos de bastidores, o modo de chegar com mais eficácia ao eleitor, entre outros. Destaco hoje uma noticia que dá conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/01/eleicoes-eua.gif"><img class="size-full wp-image-470 aligncenter" title="eleicoes eua" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2012/01/eleicoes-eua.gif" alt="" width="90" height="129" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quer queiramos quer não as eleições Americanas mexem com o mundo e com os interessados na politica. No meu caso o que me fascina nestas eleições são as estratégias de comunicação e marketing, os jogos de bastidores, o modo de chegar com mais eficácia ao eleitor, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaco hoje uma <a href="http://blogues.publico.pt/eleicoeseua2012/2012/01/12/quando-romney-chega-a-cidade/" target="_blank">noticia que dá conta da campanha de Mitt Romney</a>, o homem que tem pulverizado as primárias e cujo principal trunfo era o de ser um excelente gestor, de uma empresa que criou milhares de postos de trabalho. Um documentário veio no entanto colocar a nú algumas das «inverdades» de Romney obrigando agora o Norte-Americano a re-definir a sua estratégia e a preparar uma eficaz resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Já agora recomendo o <a href="http://blogues.publico.pt/eleicoeseua2012/" target="_blank">blog do Público</a> para acompanhar as eleições Americanas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Coerência e a Politica</title>
		<link>http://www.jovemjornalista.com/2011/12/a-coerencia-e-a-politica/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 01:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar de coerência e de política no mesmo texto, são duas palavras que nem os mais brilhantes filósofos conseguiram conjugar correctamente na mesma coluna. Isto para explicar que muito menos eu consigo fazer uma correcta associação entre a coerência e a politica e aquilo que é ser coerente no mundo politico. Ser coerente na politica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/12/coerencia2.jpg"><img class="size-medium wp-image-466 alignright" title="Coerência" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/12/coerencia2-292x300.jpg" alt="" width="292" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Falar de coerência e de política no mesmo texto, são duas palavras que nem os mais brilhantes filósofos conseguiram conjugar correctamente na mesma coluna. Isto para explicar que muito menos eu consigo fazer uma correcta associação entre a coerência e a politica e aquilo que é ser coerente no mundo politico.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser coerente na politica é para mim defender não só a ideologia partidária, mas sim também causas e projectos. Principalmente na politica a nível autárquico, os projectos são os principais guias de um partido a nível local e devem ser os principais guias dos intervenientes políticos locais. Não digo com isto mudar do partido A para o B e do B para o C, mensalmente, digo com isto, fazer uma escolha baseada naquilo que é uma linha de intervenção politica e fazer esse caminho, trabalhando em prol desse projecto, dando a cara pelo mesmo, contribuindo para a vida dos cidadãos locais e do próprio municipio.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente fiz uma nova escolha, escolhi um novo projecto e um novo rumo. Fui, sou e serei certamente acusado de incoerência. Aceito. Mas não concordo. Sou coerente comigo e com aquilo que defendo. Sei que a minha carreira politica não será certamente muito mais longa fruta daquilo que quero seguir profissionalmente, mas enquanto me envolver na vida civica da minha cidade quero defender aquilo que acredito ser o melhor e que poderá trazer mais beneficios não só à minha geração, mas também às próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigado aqueles que me continuam a ver como uma pessoa séria e integra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Se isto Não é Solução, Então Qual Será?</title>
		<link>http://www.jovemjornalista.com/2011/10/se-isto-nao-e-solucao-entao-qual-sera/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 22:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[APCT]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre fui um defensor das edições digitais pagas dos jornais. Exemplos como têm sido o do Público são para mim a solução do jornalismo no futuro a médio/longo-prazo, embora essa não pareça ser a opinião da maioria dos entendidos no tema. Eu defendo que o conteúdo deve ser pago, os jornalistas e os jornais não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/10/Imprensa.jpg"><img class="size-medium wp-image-457 alignleft" title="Imprensa" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/10/Imprensa-215x300.jpg" alt="" width="215" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre fui um defensor das edições digitais pagas dos jornais. Exemplos como têm sido o do Público são para mim a solução do jornalismo no futuro a médio/longo-prazo, embora essa não pareça ser a opinião da maioria dos entendidos no tema. Eu defendo que o conteúdo deve ser pago, os jornalistas e os jornais não trabalham e produzem de borla, e embora conteúdo gratuito exista em grande demasia na web, as pessoas têm de saber que conteúdo de qualidade merece ser pago.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos como o The New York Times também não deram certo e muito sinceramente acabo por ficar sem argumentos e sem razões para continuar a querer apostar num projecto baseado em conteúdo pago na web. Há um mês atrás saíram os primeiros números no que toca a assinaturas digitais dos jornais e revistas Portuguesas. Os números são francamente reveladores do fracasso que tem tido este sistema em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números são então os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;">2190 – Expresso<br />
1032 – jornal I<br />
860 – Visão<br />
834 – Público<br />
87 – Diário de Notícias<br />
80 – Diário Económico<br />
65 – Jornal de Notícias<br />
43 – O Jogo<br />
37 – Record<br />
24 – Jornal de Negócios</p>
<p>(Ler mais: <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=6843#ixzz1bAu2PaaT">http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=6843#ixzz1bAu2PaaT</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Estes números revelam que apenas uma muito curta percentagem da população que lê jornais aposta na compra/assinatura de jornais através da web, havendo casos muito irrisórios mesmo como o do Record ou do Jornal de Negócios. Mesmo o Público que têm feito uma forte aposta neste segmente tem números muito pequenos para aquilo que tem sido a sua insistência neste modelo de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o conteúdo pago na web não é então um modelo de negócio viável e que garanta o futuro dos jornais, qual será então o modelo que poderá ser aplicado para que a longo prazo os jornais se mantenham vivos, rentáveis e que continue a haver jornalismo em Portugal que se consiga auto-sustentar e ser interessante para futuros investidores? Fica a pergunta, para uma difícil resposta.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Para Mim, o Ténis é&#8230;</title>
		<link>http://www.jovemjornalista.com/2011/10/para-mim-o-tenis-e/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 14:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Ténis Almeirim]]></category>

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		<description><![CDATA[uma vida. Uma carreira profissional que se abriu, uma oportunidade que me foi dada de provar aquilo que valho. O ténis representa para mim um momento de descontracção, contentamento, amizade e companheirismo. O ténis possibilitou-me vários momentos que nunca esquecerei, tornou-me jornalista, tornou-me melhor pessoa, tornou-me alguém que gosta de criar, empreender. O ténis fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/10/Ténis-Almeirim.jpg"><img class="size-full wp-image-453 alignright" title="Ténis Almeirim" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/10/Ténis-Almeirim.jpg" alt="" width="296" height="398" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">uma vida. Uma carreira profissional que se abriu, uma oportunidade que me foi dada de provar aquilo que valho. O ténis representa para mim um momento de descontracção, contentamento, amizade e companheirismo. O ténis possibilitou-me vários momentos que nunca esquecerei, tornou-me jornalista, tornou-me melhor pessoa, tornou-me alguém que gosta de criar, empreender. O ténis fez com que conhecesse mais pessoas, melhores pessoas, de todos os tipos, jovens, adultos, simpáticos e antipáticos. O ténis abriu-me caminho a coisas que só quem viveu reconhece a sua importância. O ténis representa para mim momentos como Grand Champions, Estoril Open, treino, suor, lágrimas, jogos, pontos e sets; o ténis representa longas viagens de carrinha, paragens no McDonalds, conversas, estratégias, desabafos, sorrisos e risos (muitos), zangas e amizades; o ténis representa para mim o prof. José Rodrigues, o prof. António Féria, o Diogo Narciso, o Sr.Paulo Marques (o meu 3ºpai a seguir ao verdadeiro e ao meu avô), o Ricardo Subtil e muitas outras pessoas, desde treinadores a atletas, pais e presidentes, dirigentes e simples adeptos, todos eles são o ténis, todos eles contribuíram para aquilo que é o ténis e para aquilo que é o meu ténis.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também não é qualquer ténis que é assim, o melhor ténis, o ténis que merece ser vivido por dentro, que merece ser sentido e respeitado,</p>
<p style="text-align: justify;">é o Ténis em Almeirim!</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biografias Expresso &#8211; JFK</title>
		<link>http://www.jovemjornalista.com/2011/07/biografias-expresso-jfk/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 03:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminei de ler à alguns dias atrás a biografia de John Fitzgeral Kennedy que foi publicado com o jornal Expresso, com o prefácio de Francisco Pinto Balsemão e com autoria de Alan Posener. Como é apanágio nas biografias, se a vida do biografado é interessante, então a biografia também o será factor que se confirmou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.businessweek.com/ss/08/08/0825_tech_candidates/image/john-f-kennedy.jpg" alt="" width="420" height="280" /></p>
<p style="text-align: justify;">Terminei de ler à alguns dias atrás a biografia de John Fitzgeral Kennedy que foi publicado com o jornal Expresso, com o prefácio de Francisco Pinto Balsemão e com autoria de Alan Posener. Como é apanágio nas biografias, se a vida do biografado é interessante, então a biografia também o será factor que se confirmou neste caso específico.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo das 154 páginas, atenção que é edição de bolso, podemos saber tudo sobre a vida de um dos mais famosos presidentes dos Estados Unidos em termos de popularidade, talvez apenas atrás de Obama será? Desde o seu nascimento até à sua morte, nesta biografia ficamos não só a conhecer a sua vida política mas também a sua vida pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta biografia podemos acompanhar o «crescimento» de JFK na vida politica, conduzida com sabedoria e muito ponderada o que prova que o Americano estaria a preparar desde há vários anos o seu «assalto» aos mais altos cargos políticos dos Estados Unidos da América.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, esta foi uma boa iniciativa do jornal Expresso, onde para além de Kennedy promoveu também o lançamento de biografias de Nelson Mandela, Freud, Einstein, Fernando Pessoa, entre outros e onde num pequeno livro podemos ter acesso à vida de personalidades que marcaram o país e o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pós-Exames e Universidade</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 01:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar de ainda ter mais um ano de Ensino Secundário pela frente, a maioria dos meus amigos terminaram agora esta fase da sua vida. Uns com melhores e outros com piores notas e outros ainda com a decisiva 2ªfase pela frente, a grande maioria deles merece boas notas e um lugar na universidade que pretendem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/07/Exames.gif"><img class="size-medium wp-image-430 aligncenter" title="Exames" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/07/Exames-300x279.gif" alt="" width="300" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ainda ter mais um ano de Ensino Secundário pela frente, a maioria dos meus amigos terminaram agora esta fase da sua vida. Uns com melhores e outros com piores notas e outros ainda com a decisiva 2ªfase pela frente, a grande maioria deles merece boas notas e um lugar na universidade que pretendem para que possa começar agora aquela fase que muitos dizem ser a melhor das suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A fase dos exames é sempre a fase mais atarefada de um estudante. São dias intermináveis de estudo de manhã à noite para que num dia tudo se venha a decidir. Infelizmente, alguns deles perdem no dia dos exames as suas esperanças e outros até, são obrigados a adiar o seu sonho de ir para a universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos estudantes que vão à 2ªfase dos exames desejo a melhor das sortes, e aos que se irão candidatar ao Ensino Superior igualmente, apesar de ver muitos amigos irem embora, no entanto, para o ano lá nos reencontraremos.</p>
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		<title>Estes Políticos Devem Estar Loucos</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 19:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovem Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Catarina Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Esfera dos Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Galrão]]></category>

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		<description><![CDATA[Terminei há alguns dias de ler o livro «Estes Politicos Devem Estar Loucos» de Catarina Madeira e Márcia Galrão, editado pela Esfera dos Livros. Considero-o um livro essencial na relação entre cada cidadão e os políticos, porque nos faz ver que a Assembleia da Republica não são apenas tricas politicas e os momentos irritados que vemos na Sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/07/Estes-Politicos-Devem-Estar-Loucos.jpg"><img class="size-medium wp-image-426 aligncenter" title="Estes Politicos Devem Estar Loucos" src="http://www.jovemjornalista.com/wp-content/uploads/2011/07/Estes-Politicos-Devem-Estar-Loucos-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Terminei há alguns dias de ler o livro «Estes Politicos Devem Estar Loucos» de Catarina Madeira e Márcia Galrão, editado pela Esfera dos Livros. Considero-o um livro essencial na relação entre cada cidadão e os políticos, porque nos faz ver que a Assembleia da Republica não são apenas tricas politicas e os momentos irritados que vemos na Sala do Plenário, mas também momentos de descontracção, de amizade entre deputados de diferentes áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo das 270 páginas do livro podemos ler as mais rocambolescas histórias que se passaram no Palácio de São Bento, desde os tempos da 1ªRépublica até aos dias de José Sócrates. Entre as várias histórias destaco as cenas de pugilato no plenário (p.21), o «olhe, vá à merda» (p.26), «não se excite senhor deputado, não se excite» (p.54), o discurso de 8h55m (p.58), o orçamento Campelo, o espalhanço da ministra, «a sua mãe é a Filomena), entre muitos outros, numa obra que vale sem dúvida nenhuma ler.</p>
<p style="text-align: justify;">De referir ainda que Mota Amaral, Ex-Presidente da Assembleia da Republica é o responsável pelo Prefácio do livro. Poderá adquirir este livro na <a href="http://www.fnac.pt/Estes-Politicos-Devem-Estar-Loucos-Varios/a357738?PID=5&amp;Mn=-1&amp;Mu=-13&amp;Ra=-1&amp;To=0&amp;Nu=1&amp;Fr=0" target="_blank">FNAC </a>ou na <a href="http://www.bertrand.pt/ficha/estes-politicos-devem-estar-loucos?id=10929338" target="_blank">Bertrand </a>por 14,40 euros.</p>
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